segunda-feira, 30 de novembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

terça-feira, 17 de novembro de 2009

não sei

Custa escrever estes textos ridículos
Custa que passes por mim e não me olhes
Custa que pares ao meu lado e não tentes falar comigo por medo
Custa que cada vez que viro as costas deseje que vás atrás de mim e me peças 5 min. para falar, e não pedes
Custa depois pensar “mas falar para quê? Não ia dar em nada”
Custa que não mandes uma sms a perguntar se está tudo bem
Custa pensar que ouves comentários sobre mim e não me defendes.

Custa sentir-me uma parva por dar demasiada importância a isto, demasiada importância a estes textos que tu não vais ler, demasiada importância a uma conversa na cara, demasiada importância a ti.

Queria que não custasse esquecer, que não custasse pensar que foi só “a hot meanless fling”, queria passar por ti e dizer-te olá e voltar a dar-me bem com toda a gente que me rodeia. Mas sabes que não sou assim. Não somos.
i know that i’ve got issues, but you’re pretty messed up too


Apesar de tudo não me arrependo. Só tenho pena que não volte a ser tudo como antes, que não tenhamos as mesmas brincadeiras, amuos, insultos… tenho pena que haja pessoas a fazer comentários baixos sobre mim, tenho pena que não me venhas falar por medo ou vergonha de como eu possa reagir. Tenho pena que não insistas.
Mas não arrependimentos.

domingo, 8 de novembro de 2009

m.a

É normal que chores , é da tua maneira de ser e se não fosses assim não gostava tanto de ti (…) mais pessoas vão desiludir-te mas mesmo que em 10 , 9 te desiludam se não confiares aquele 1 não vai poder surpreender-te , e esse 1 vai ser uma pessoa como eu , a D. , o T. , a S., etc.
Pessoas que fazem valer a pena e no fim são esses que contam .
Agora não procures outro como eu porque sabes que ninguém gosta nem gostará tanto nem da maneira que gosto de ti !


As rainhas são fortes ! És rainha ou não ? :D

(se sou , é graças a ti @)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009




I want all of you , forever , you and me , every day .

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Why did we lose it?

Porque é que já não podemos tomar todas as decisões importantes com um simples “pim-pu-neta” , porque é que já não podemos “pedir” um beijo ao tal rapaz através de um “quantos queres?” , porque é que os insultos já não são feitos como “tu és má” e “quem diz é quem é” ou “fala para a mão”? Porque é que perdemos aquela ingenuidade de criança? Aquela idade em que não há mal em fazermos queixinhas às continas nem em pintarmos o sol de azul e a relva de cor-de-rosa clarinho…O que nos acontece? Será que entramos num estado profundo de dormência em que perdemos todas as alegrias do dia-a-dia? Que saudades de sair à rua em dias de Outono sem ter que me preocupar com gorros ou luvas e ir saltar em poças de água com umas galochas vermelhas ou ir pisar folhas secas enquanto estas rangiam debaixo dos meus pés. Que saudades de sair no primeiro dia de Primavera e ver as flores cor de rosa desabrocharem na árvore em frente à loja de animais, com um papagaio que palreava constantemente “Olá jeitosa , Olá jeitosa”. Que saudades de poder brincar aos médicos sem me aperceber da gravidade de certas doenças. Que saudades de ser “ridícula” como muitos lhe chamam. Que saudades de não ter que ter saudades. Que saudades desta felicidade não ser tomada como garantida. Que saudades disto ser o meu dia-a-dia, o meu presente e, de saber que amanhã ia ser ainda melhor, com novas faluas, novos “quantos queres?”, novas folhas secas e, cada vez mais flores de cerejeira. No tempo em que todos éramos crianças. E gostávamos que assim fosse.